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Bootstrap e runtime host

Bootstrap começa em run_application. O host lê application.toml e deployment.toml ou os overrides APPCORE_APPLICATION_MANIFEST e APPCORE_DEPLOYMENT_MANIFEST, valida os manifests e cria o ManifestApplicationHost.

Validações iniciais

Os paths são canonicalizados, TOML é parseado para contratos versionados e os dois manifests precisam ter o mesmo application_id. Entradas removidas, como runtime.toml ou configs antigas com app_id sem manifest_version, falham com NO MORE SUPPORTED PLEASE UPDATE.

Fluxo real

O runtime deriva RuntimeConfig: IDs de node/core/instance pertencem ao runtime, listener vem do deployment, cluster mode habilita sync, payloads são limitados, TTLs são política do runtime e watchdog vem do deployment.

Commands continuam protegidos pelo manifest. Capability ausente falha. Command que exige idempotency key falha antes do handler se a chave não vier.

Limitations

  • Bootstrap não infere providers nem aplica fallback silencioso.
  • Config antiga sem versão não é convertida.
  • Tasks de negócio não são iniciadas fora do scheduler do runtime.
  • Commands não declarados no manifest são rejeitados.
  • Update automático exige caminho supervisionado; execução direta não gerenciada rejeita esse modo.

Próximo: storage.